A sapatada eternizada

Dizem que uma obra de arte se torna grande quando consegue captar e condensar o espírito de uma época. Às vezes, é uma frase ou um gesto que consegue simbolizar, de forma instantânea, o que todos – ou muitos – estão pensando. E aí, parece que o gesto mais feliz desse fim de década foi a sapatada do jornalista iraquiano em George Bush.

O sujeito foi muito feliz e sintetizou o que provavelmente mais de 2/3 da população mundial (chutando, sem trocadilho, por baixo) pensavam sobre a era política que chegava ao fim com o encerramento do mandato de Bush. Ao lançar os sapatos contra o então homem mais poderoso do mundo, o jornalista lavou a alma de muita gente. Gesto preciso, conciso e feliz. Não à toa, a ação virou escultura, inaugurada ontem na cidade de Tikrit, a 130km de Bagdá.
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